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Home Coluna da Gazeta

COLUNA DA GAZETA

por Redação GB
abril 25, 2026
no Coluna da Gazeta
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 “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.” (Rui Barbosa)

VOLTANDO AO SENADO DE 1914
Rui Barbosa proferiu a famosa frase que abre a Coluna de hoje, em 14 de dezembro de 1914. O desabafo ocorreu durante discurso no Senado Federal, no contexto da *República das Espadas e crises políticas, onde se declarou um “republicano envergonhado”. A citação completa reflete seu desânimo com a situação política e social da época. Passados 112 anos, o país vivencia situação talvez pior do que em 1914.

MAIS UM MINISTRO DO STF BARGANHADO
A indignação, minha e acredito que da maioria do povo brasileiro, aumentou muito ao tomar conhecimento nesta quinta-feira, 23, por meio de informação do jornalista da BAND, Claudio Humberto, sediado em Brasília, que a aprovação pelo Senado Federal do advogado Jorge Messias, subchefe de Assuntos Jurídicos do governo Dilma Roussef (PT) em 2016, e atual Advogado Geral da União(AGU), indicado pelo presidente Lula para ser o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal (não sei mais se a grafia do nome da suprema corte deva ser com letras maiúscula ou minúscula), foi negociado entre Lula e o presidente do senado Davi Alcolumbre (União Brasil) em troca de vários cargos estratégicos em agências reguladoras.

O PREÇO DA TOGA DE MESSIAS
Lula trai mais vez o povo brasileiro, ao acordar com Alcolumbre e seu grupo político, a indicação para cargos vagos ou com mandatos prestes a expirar em setores de grandes interesses econômicos, como são as agências reguladoras. As agências emitem resoluções que têm força de lei e administram negócios bilionários. São alvos constantes do assédio de lobistas e articuladores políticos. Os dirigentes das agências têm autonomia, mandato fixo e não podem ser demitidos pelo presidente da República. Se tudo se concretizar, o presidente Lula passa a figurar em dois espaços no cenário bíblico contemporâneo: o de Barrabás e o de Judas Iscariotes.

AS 30 MOEDAS
O acordo tem um listão de órgãos que terão forte influência de Alcolumbre e do centrão. São duas indicações para a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e duas para Agência Nacional de Mineração (ANM). Inclui ainda, uma nomeação para a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), uma para a Agência Nacional de Águas (ANA), outra para a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O listão prossegue com uma vaga na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), uma na Agência Nacional de Cinema (ANCINE) três para a influente Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula mercado de capitais, e mais duas para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), órgão vinculado ao Ministério da Justiça que arbitra fusões e aquisições de grandes empresas. Alcolumbre, nega ter solicitado os cargos negociados, porém a articulação foi confirmada nos bastidores do poder como a solução encontrada para garantir a aprovação de Messias para ocupar a cadeira vaga pelo nada saudoso, ex-ministro Luiz Roberto Barroso.

O DISCURSO DO SENADOR RUI
Há 112 anos, o então senador da República, Rui Barbosa, proferiu o discurso que no seu final cunhou a icônica frase que abre a Coluna. Com auxílio da internet, recuperamos esse documento histórico e incrivelmente atual. Eis a íntegra:
“A falta de justiça, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo o nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação.
A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais.
A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem: cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade …”
“Promove a relaxação”, disse o Senador Alfredo Ellis, em aparte.
E seguiu Rui Barbosa:
“Promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.
De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.” Finalizou Rui Barbosa.
* República da Espada, primeira fase da República Velha, período no qual o Brasil, recém-convertido em república, foi governado pelos marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto entre os anos de 1889 e 1894.

REFORMA
O prefeito Edmir Chedid está tentando promover mudanças na Prefeitura para adequar as necessidades operacionais da estrutura e colocar o governo nos trilhos. O trem que vem meio descarrilhado desde 2023, já deu uma aprumada, mas ainda falta muito porque o estrago feito foi grande. Some-se a isso os estragos cumulativos de 11 anos, (7 anos de Jango e 4 de Fernão Dias), ou seja, desde 2005, com breve atenuada entre 2016 e 2022, o prefeito Edmir tem muito trabalho que só um mandato vai ser pouco. Consertar 11 anos de destruição, desorganização, desmando, desorganização e outro “ãos” demora muito empo.
EXEMPLO
O problema do Posto Capivarão que teve origem nos governos Jango (2005/2012) até hoje vem se arrastando na justiça e ainda não está solucionado. A prefeitura está preste a gastar uma fortuna (mais e R$ 2 milhões) para recompor a área degradada que causa enchentes e prejuízos aos moradores da região do Posto e da Telha Norte. Esse é apenas um exemplo que caiu no colo da atual administração. O povo vai pagar pela incompetência da Prefeitura que à época poderia ter evitado os crimes ambientais cometidos para beneficiar um comerciante.

Reflexão: SALMOS 15:1-5

¹ Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?
² Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.
³ Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo;
⁴ A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e, contudo, não muda.
⁵ Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.

 

Tags: Coluna da Gazetaopinião

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