NÃO SE MELHORA O ATENDIMENTO À SAÚDE CONDENANDO A GESTÃO
É histórico a preocupação da família Chedid em melhorar a saúde pública em nosso município. Isso vem desde a década de 50 do século 20. A História registra por meio dos jornais da época essa movimentação, tanto dos prefeitos Hafiz e Jesus Chedid, como do atual Edmir e também dos deputados estaduais Nabi e Edmir Chedid, ambos com 10 e 8 mandatos consecutivos, respectivamente. Hafiz, por exemplo, consolidou com o Reservatório do Jardim Santa Lucia, a distribuição de água potável para toda a cidade entre as décadas de 1960 e 1970. Garantindo água de qualidade para a saúde de todos.
Jesus, entre tantas ações, construiu o hospital Bom Jesus, que a oposição desqualificava para Pronto Socorro. Atualmente, são duas UPAs, e projetou a necessidade de um hospital regional, recentemente consolidado com apoio do prefeito Edmir, do governo Tarcísio de Freitas e da USF, responsável pela obra e manutenção do nosocômio. Etapas e obstáculos políticos vencidos, Bragança e região terão em breve mais um hospital referência com capacidade para 150 leitos.
Essa introdução é apenas para registrar a participação histórica dos Chedid na área da saúde, sem entrar nos detalhes das concessões que o prefeito Edmir Chedid promoveu, transferindo o SAMU e as UPAs para administração da Santa Casa de Bragança e os Postos de Saúde para a Santa Casa de Itatiba. São avanços administrativos para modernizar a gestão hospitalar, desburocratizar e agilizar o atendimento à população.
A Saúde em nossa cidade tem orçamento para este ano, de mais de R$297 milhões. É gerido pela secretaria de Saúde que em menos de um ano e meio, promoveu uma administração técnica e exemplar sem penduricalhos políticos que geralmente faz muito mal á Saúde. Obvio que há ação política como tudo que se faz na administração pública. Há ação boa e ação ruim. Ação benéfica e ação maléfica. Até agora só há notícia de ação benéfica. Em meio a reestruturação administrativa de uma secretaria gigante, que vem ocorrendo desde o início da administração Edmir Chedid/Gi Borboleta, sempre haverá questiúnculas que, por interesses outros, são potencializadas, não para resolvê-las, mas para construir narrativas, destruir e penalizar o gestor ou gestora.
A Câmara Municipal tem a obrigação de tirar a bunda da cadeira e sair à campo, visitar as secretarias, ouvir servidores e a população, assim como faz o prefeito. As Comissões Permanentes da Câmara têm essa obrigação, como demonstrou a de Saúde, em rara atitude, na semana passada, ao visitar o almoxarifado da secretaria. Porém o relatório, conforme o release distribuído à imprensa, dá impressão que a vereadora Camila Marino cobiça ser a secretaria, ao julgar e condenar a gestão da atual da Pasta, como ineficiente e não garante atendimento adequado aos pacientes.
O atendimento à Saúde, pela prefeitura em Bragança, já mudou muitos nesses últimos 16 meses. E vai mudar muito mais, garante o prefeito em seus discursos.
Mas não será potencializando questiúnculas por meio de narrativas, sacrificando bons e dedicados profissionais que isso vai acontecer.
ESFORÇO PARA RESGATAR A ALEGRIA
O CARNAVAL ALEGRIA, batizado pelo saudoso prefeito Jesus Chedid, protagonizado pelos desfiles das escolas de samba e blocos, considerado um dos melhores do interior, está correndo o risco de não acontecer novamente em 2027.
O prefeito Edmir Chedid e a vice Gi Borboleta, receberam nesta semana os dirigentes das escolas de samba e da LIESB para começar a discutir uma saída jurídica e, obviamente legal, visando sanar ou regularizar os débitos das agremiações com o município que se acumulam há vários anos. O total do débito apontado pelo Tribunal de Contas e Prefeitura não foi revelado, mas especula-se que deve passar de R$1 milhão.
Este ano todas as escolas de samba não puderam receber verbas ou qualquer auxílio financeiro da municipalidade por não estarem regularizadas. O recurso de R$1,3 milhão foi redirecionado para a secretaria de Saúde. O mesmo vai acontecer em 2027 se as pendências não forem resolvidas.
O prefeito afirmou que fará tudo que estiver nos parâmetros legais para que as escolas voltem a receber as subvenções e realizar o carnaval, com a mesma grandeza que sempre realizou.
No final da reunião, a secretaria de Assuntos Jurídicos da Prefeitura orientou os dirigentes para a medidas necessárias e iniciar os processos administrativos em busca da solução de cada caso.
Há 10 meses do carnaval de 2027, que será entre os 6 e 9 de fevereiro, o prefeito começa a tomar providencias para tentar viabilizar a maior festa popular do País em nossa cidade.
Uma coisa é certa e todos testemunharam: o prefeito está debruçado sobre o problema para tentar resolvê-lo e resgatar o nosso carnaval maravilhoso.
BOA IDEIA
O vereador J. Malon já demostrou que é um parlamentar de boas ideias para a cidade. Desta vez está propondo o desmembramento da Festa do Peão, da Exposição Agropecuária, a primeira com 32 anos e a segunda caminhando para 60 anos.
É obvio que as atividades agrícola e pecuária em Bragança declinou muito nesses 60 anos. Muitas fazendas do município e de outros, deixaram de ser produtivas e se transformaram em loteamentos. Não há mais pecuaristas de grande porte operando nos pastos bragantinos, nem grandes lavouras em quantidade cultivadas nos nossos campos. Há remanescente de várias culturas, como café, criadores de cavalo, mas o rebanho bovino é muito menor que do passado e contrasta com a quantidade de grandes criadores de suínos.
Mas mesmo assim, as atividades agropecuárias são movimentadas na região.
Promover as duas festas em datas diferentes é muito bom para todos, principalmente para o turismo. Parabéns pela ideia!