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Dia dos Pais

*Rogério Machado O segundo domingo de agosto é reservado ao “Dia dos pais”. A data, que foi criada por comerciantes norte-americanos para aquecer as vendas de meio de ano, é celebrada principalmente na Alemanha e Estados Unidos. A comemoração foi trazida ao nosso país inicialmente por comunidades evangélicas metodistas, firmando-se com a iniciativa de publicitários e associações de lojistas, tendo sido comemorada pela primeira vez no Brasil em 1953. Mas, além de ser uma data explorada comercialmente, o “Dia dos pais” também é uma data para reflexão. É um tempo para que pais reflitam sobre “ser pai” e filhos no privilégio de “ter pai”. Para ajudar a pensar nisso vamos a algumas considerações. Qual é a figura que lhe vem à mente quando você pensa em Pai? Seria: O pai da criança (apenas o genitor); o pai de família; o pai-herói; pai amigão? Ou ainda, o pai autoritário; pai protetor; pai ausente; o pai “frouxo”; o pai substituto (padrasto ou adotivo)? Talvez nenhum desses exatamente, mas a verdade é que em nossa relação pessoal com o pai um desses modelos acaba se encaixando. Vamos a outra pergunta. O que lhe vem à mente ao chamar Deus de Pai? Seria uma noção de proteção, carinho, conforto, segurança, afeto, respeito? Ou temor, medo e pavor? Mais considerações. Você conhece e reconhece Deus como seu pai? Você acha que Ele o reconhece como filho ou Ele é apenas seu criador? Essa última pergunta se faz necessária porque a relação pai/filho implica em pelo menos dois aspectos importantes: a descendência (filiação) e a intimidade (relacionamento). Intimidade com Deus o Pai implica num relacionamento onde a criatura, uma vez adotada por Deus, passa a ser filho, já que por descendência ninguém nasce filho de Deus. Isso porque Deus não gera filhos. Então, como poder chamar Deus de Pai, como gozar de intimidade com Ele? A Bíblia, referindo-se a Jesus Cristo (o filho Unigênito do Pai), ensina que “Ele estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas a todos os que o receberam, aos que creem em seu nome, deu ele o direito de se tornarem filhos de Deus” – Evangelho de João 1:10 a 12. Assim, a crença em Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas faz de nós filhos de Deus por adoção e como filhos, ainda que adotados, temos todos os direitos, inclusive de chamarmos e nos relacionarmos com Deus como nosso Pai. Isso posto, cabe aqui uma pergunta. Você crê em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador? Se sim, você é filho de Deus. Se não, entregue-se a Ele ainda hoje e comemore não o “Dia dos pais”, mas todos os dias com Deus Pai. *Rogério Machado é jornalista e pastor da Igreja Batista Boas Novas -  prrogeriomachado@yahoo.com.br

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