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Home Editorial

EDITORIAL |  A HISTÓRIA POR TESTEMUNHA

por Redação GB
abril 11, 2026
no Editorial
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Na próxima sexta feira,17, a Gazeta Bragantina completará 40 anos de atividade jornalística. Naquele dia de 1986 surgia o quarto jornal de circulação periódica definida na cidade. Havia até então o Cidade de Bragança, dirigido pelo Francisco Payão, que circulava desde o século 19; depois o Bragança Jornal, fundado em 1927, dirigido por Omair Fagundes de Oliveira e o Voz de Bragança, de propriedade da Mitra Diocesana e dirigido pelo jornalista Prof. Antonio Dorival Rodrigues Monteiro, criado, salvo melhor juízo, entre os anos 50 e 60 do século 20.  Todos eles não existem mais. Obviamente surgiram outros, que também encerraram atividades. Atualmente, apenas quatro jornais semanais impressos ainda sobrevivem: Gazeta Bragantina, GB Norte, Em Dia, A Cidade.

A concorrência era bruta nos anos 1980. O Gazeta era o caçula dos jornais, que sobreviveu adotando uma postura editorial de opinião, de jornalismo investigativo, politicamente é conteúdo de vanguarda, o que desagradava os conservadores radicais remanescentes do coronelismo e da “esquerda whisky/caviar” que imperou na cidade por mais de um século.

E foi a partir da década de 1980 que os rumos políticos de Bragança começaram a se definir sob uma ótica mais moderna, embora conservadora, despudorada e agressiva

Em 1982, na eleição para prefeito, a união dos grupos políticos de direita, ou seja, Lima e Chedid evitou uma derrota tida como certa para o grupo de centro esquerda liderado à época pelo MDB onde se encontravam os radicais, comunistas e terroristas do MR8, moderados e inocentes úteis. Foi uma eleição vencida por José de Lima (ARENA), com apoio dos Chedid, por 92 votos de diferença, contra o candidato do MDB. Nicola Cortez.

A partir dessa eleição que Jesus Chedid começou a ficar mais atento a Bragança até que em 1986, ano de eleição para deputado, acendeu a luz vermelha. O deputado Nabi Abi Chedid, eleito em 1962 tendo Bragança como principal reduto, também era o expoente do futebol à frente do Bragantino e envolvido na Federação Paulista e CBF, mas pouco vinha à cidade. Sua ausência e os altos e baixos do Bragantino, colaboraram para que o desempenho do deputado nas pesquisas de opinião despencasse para números alarmantes.

Foi aí que Jesus Chedid, o estrategista político das campanhas de Nabi, entra em cena mais uma e faz publicar na Gazeta Bragantina uma série de reportagens sobre a trajetória de Nabi na Assembleia, suas conquistas para a cidade e região nas áreas da saúde, educação, assistência social, esportes e turismo, rodovias etc. As reportagens reavivaram a memória do povo, Nabi subiu nas pesquisas e Bragança mais uma vez deu-lhe 1/3 dos votos necessários para sua reeleição.   Naquele ano, os Chedid viram a viola em caco, mas reagiu. Em 1986, foi a primeira vez que Nabi correu o risco de não se reeleger, mas seguiu para cumprir 10 mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa. Depois Jesus foi candidato a prefeito em 1988 e perdeu para Nicola Cortez apoiado por Lima, mas venceu em 1992 ,2000,2004,2016 e 2020.

O jornal Gazeta Bragantina foi fundado num momento conturbado da política local e teve papel importante em tornar público o lado negro da política com denúncias sobre corrupção envolvendo prefeito, vereadores, casos isolados do judiciário e da mitra diocesana, apropriação indevida de áreas públicas, crimes ambientais etc.

Aos 40 anos de atividades, a GB continua testemunhando a história e por coincidência ou não, situações políticas vividas em 1986, entre os grupos Chedid e Lima, estão se repetindo. Agora, com os protagonistas se mostrando cansados, pouco reativos e dando a impressão que estão à espera   de um aventureiro para ocupar o espaço que vai se dilatando.

O grupo Chedid está apático, não dá sinais de que pretende lançar alguém da família para disputar uma cadeira que por 62 anos ocupou na Assembleia Legislativa do Estado.  A apatia também alcança o grupo de José de Lima que só lançou candidatura da família a deputado uma vez, sua esposa, Maria de Lima, em 1986 e não se elegeu. Falou-se recentemente que Jose de Lima, aos 85 anos, poderia ser candidato pela primeira vez, porém ainda não se manifestou oficialmente.

Até o momento o que temos são narrativas de pré-candidatos e declaração do prefeito Edmir dando conta que não será lançado ninguém da família, mas o grupo tem dois ou três pré-candidatos que poderão ter apoio.

Ainda é cedo para definir, considerando que o prazo para escolha de candidatos pelas convenções partidárias começa em 20 de julho e termina   dia 5 de agosto. Até lá tem muita história para ser construída e, ou, desconstruída.

Passados 40 anos, percebe-se que a diferença do cenário político das eleições de 1986 e o cenário deste ano, é brutal porque, infelizmente, Jesus e Nabi não estão mais entre nós!

No entanto, os herdeiros políticos de Jesus e Nabi continuam orbitando neste cenário eleitoral. As surpresas fazem parte do jogo e não são descartáveis.

Redação GB

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