Últimas Notícias

GURI abre mais de 150 vagas gratuitas para cursos de música

Campanha de Multivacinação começa nesta segunda-feira

Prefeitura paga R$ 1,13 milhão a 270 atletas e 34 projetos esportivos

Festival de Inverno chega ao fim com show de Kell Smith

COLUNA DA GAZETA 

Carregue mais

Navegação

  • Cidade
  • Educação
  • Editorial
  • Coluna da Gazeta
  • Bragantino
  • Esportes
  • Cultura
  • Policial
  • Política
  • Saúde
  • Geral
  • Fale Conosco

Pesquisar

Sem resultados
Veja todos resultados
quarta-feira, agosto 5, 2026
  • Login
Gazeta Bragantina | Portal: Mais importante que o fato é a notícia do fato!
  • Cidade
  • Educação
  • Bragantino
  • Editorial
  • Coluna da Gazeta
  • Colunas
    • Caio Sales
    • Carmelita de J. Valença
    • Gaudêncio Torquato
    • José Renato Nalini
    • Osvaldo Zago
    • Pinga Fogo
    • Rogério Machado
    • Vera Marcotti
    • Wagner Azevedo
  • Esportes
  • Saúde
  • Cultura
  • Geral
  • Política
  • Contato
Sem resultados
Veja todos resultados
Gazeta Bragantina | Portal: Mais importante que o fato é a notícia do fato!
Sem resultados
Veja todos resultados
Home Cotidiano

Apenas 30% das mães bragantinas optaram pelo parto normal

por redação
dezembro 17, 2019
no Cotidiano
0

Levantamento feito junto ao DataSUS, que traz os dados do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc) do Ministério da Saúde, revela que em 2017, 30,3% das mulheres bragantinas tiveram parto normal e 69,7% optaram por cesárea. A taxa está acima da média indicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 15%.
A análise aponta que as cidades campeãs em índices de cesárea na Região são: Monte Alegre do Sul (85,2%), Amparo (83,6%), Serra Negra (83%), Tuiuti (75,5%), Socorro (73,4%), Nazaré Paulista (72,1%) e Vargem (70,2%). Entre o grupo de cidades com o menor índice de cesáreas estão: Atibaia (57,8%), Pedra Bela (58,8) e Águas de Lindóia (59,4).
A média nacional é de 55%, muito longe do ideal em comparação a Europa, de 25% e EUA, de 32%. Para OMS, os números sugerem que as intervenções médicas em trabalho de parto estão generalizadas e isso coloca pressão extra nos serviços de saúde. Para reverter o quadro mundial, a entidade divulgou 56 medidas, entre elas a melhor comunicação entre médicos e mães, para que também possam opinar sobre a administração da dor durante o processo de dilatação e posições para o parto, além da dilatação cervical, que precisa ser repensada.
O normal é que a gestante tenha 1 cm de dilatação por hora na primeira fase de trabalho de parto. A medida, no entanto, seria “irrealista” e não estaria respeitando o tempo de progresso do trabalho de parto do corpo da mulher.

Tags: cotidiano

redação

Coluna da Gazeta

Coluna da Gazeta

COLUNA DA GAZETA 

agosto 1, 2026
Coluna da Gazeta

COLUNA DA GAZETA

julho 18, 2026
Carregue mais

Últimas Notícias

Cultura

GURI abre mais de 150 vagas gratuitas para cursos de música

agosto 3, 2026
Saúde

Campanha de Multivacinação começa nesta segunda-feira

agosto 3, 2026
Carregue mais
Gazeta Bragantina | Portal: Mais importante que o fato é a notícia do fato!

© 2021 Gazeta Bragantina

Navegação

  • Cidade
  • Cultura
  • Editorial
  • Policial
  • Saúde
  • Fale Conosco

Desenvolvimento Rafael Souza

Sem resultados
Veja todos resultados
  • Cidade
  • Educação
  • Editorial
  • Bragantino
  • Coluna da Gazeta
  • Colunas
    • Caio Sales
    • Gaudêncio Torquato
    • Osvaldo Zago
    • Pinga Fogo
    • Rogério Machado
  • Esportes
  • Saúde
  • Política
  • Policial
  • Fale com a GB

© 2021 Gazeta Bragantina

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.