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Editorial

A história se repetirá?


Publicado em 12/11/2018 19:34


Paulo Alberti Filho Algum tempo atrás fiz uma análise da história política local a partir de 1968.Ainda adolescente naquele ano, senti como toda a população, a revolução administrativa que o então prefeito Hafiz Abi Chedid promoveu em Bragança, dando prioridade para o abastecimento de água, energia elétrica e casas populares, infraestrutura viária, segurança, educação, assistência social etc. e por isso é ate hoje considerado um dos melhores prefeitos de nossa história. Em 1972, José de Lima venceu as eleições e o município começou a passar pela segunda revolução com a implantação dos parques industriais, habitação, educação, ampliando o sistema viário herdado de Hafiz, etc. E foi só. A partir de 1976, José de Lima consolidado como um líder político, teve mais dois mandatos e elegeu os prefeitos Alberto Diniz, Nicola Cortez, contribuiu muito para a vitoria de Jango e decisivamente para eleger o atual, Fernão Dias. Jesus Chedid venceu as eleições de 1992,2000, 2004 e governou até 2005. Passados 13 anos de seu mandato o povo ainda sente e compara seus mandatos como os melhores da nossa história. De todos os prefeitos que o grupo de José de Lima apoiou, o menos pior foi Jango.Mesmo assim conseguiu governar 7 anos sem que nenhum feito de sua administração marcasse efetivamente sua passagem pela prefeitura ou o progresso e bem-estar da cidade. Construir casas populares sem infraestrutura urbana é empurrar a população e a cidade para o abismo do caos social. Se temos uma situação grave de saúde pública, educação, segurança, meio ambiente, etc, é porque a Prefeitura, sem nenhum planejamento, ofertou moradias sem estrutura para dar ás famílias o direito constitucional que todos têm, inclusive o de ir e vir com segurança. Tudo isso é fruto de erros de planejamento. Planejamento não pensado pelo grupo limista antes de eleger um candidato. Havia programas de governos elaborados para a eleição nunca cumpridos. Para o líder limista, hoje no PTB, o que importa é vencer as eleições. Não importa quem será o candidato, nem o que vai acontecer com o eleito e com a cidade. O resultado dessa estratégia é o prefeito que temos, uma prefeitura quebrada e uma cidade em frangalhos. Mas o ego do líder que o elegeu está alimentado até a próxima eleição. Agora, as vésperas de mais uma eleição, vem ele de novo com seu grupo apresentar uma leva de pré-candidatos que, pelos nomes expostos, se o indicado vencer, na avaliação mais sensata, o risco de vir a ser uma repetição do governo catastrófico do PT que a gente não vê a hora de acabar,é grande. Se Bragança for castigada de novo com a vitoria de mais um indicado de José de Lima, conforme os nomes que divulgou semana passada, resta-nos orar para Jesus Cristo. Se Deus salvou a Inglaterra, se Deus salvou a América, vai ter que se esforçar muito para salvar Bragança! Então, oremos para Jesus !

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