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SEXTA-FEIRA 13

*Rogério Machado Ontem foi “Sexta-feira 13”. Você reparou?!... Foi a segunda “Sexta-feira 13” de 2018. Pois é, ainda em nossos dias, em pleno século XXI muitos acreditam haver “magia”, “benção” ou “mau agouro” em determinadas datas. Como exemplo podemos citar três dessas datas: A “passagem de ano”; a “Sexta-feira Santa” e a “Sexta-feira 13”. A primeira, dizem ter algo de mágico. A Segunda, afirmam trazer bênçãos, enquanto a terceira está ligada a “mau agouro”. Na passagem de ano alguns se vestem de amarelo, vermelho ou branco para conseguir dinheiro, sucesso amoroso ou para alcançar paz. Outros pulam ondas na praia ou tomam sopa de lentilha para obter sucesso na vida ou “muito dinheiro no bolso”. Na “Sexta-feira Santa”, não se come carne, exceto a de peixe, como forma de penitência e/ou sacrifício para ter a “benção” de Deus no restante do ano. Já a “Sexta-feira 13” está envolta em crendices e superstições ligadas a mau agouro. Alguns dizem que Jesus Cristo teria morrido numa “Sexta-feira 13”, por isso a data está envolta em “maldição”. Outros dizem que Felipe IV, rei da França, ordenou a perseguição, e morte, de membros da ordem religiosa dos Cavaleiros Templários por esses terem se recusado a recebê-lo como membro. A perseguição teria começado na sexta-feira, 13 de outubro de 1307. Mas, estórias a parte, o que podemos falar da “Sexta-feira 13” de nossos dias, e especialmente no Brasil?... A data ocupa espaço em jornais e tele-jornais, programas de entrevistas e rodas de amigos. A data se torna ainda mais interessante se essa “Sexta-feira 13” for no mês de agosto. Alguns nem saem de casa. Outros ao saírem levam seus amuletos consigo: uma ferradura, um pé de coelho, um trevo de quatro folhas e até um crucifixo. Mas, seja “Sexta-feira 13”, as outras duas datas citadas, ou outra data qualquer, podemos afirmar que elas só fazem parte daquilo que chamamos de “crendice popular”. São conceitos, idéias e crendices que vão passando de uma pessoa para outra sem que haja especificamente nada de comprobatório sobre a benção ou maldição nesses dias. O que o povo precisa é de menos crendice e mais crença. Menos crendice popular e mais crença em Deus revelado a nós em Cristo Jesus. Aliás, Foi Jesus que disse: “Eu sou a verdade” “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” – Evangelho de João 14:6 e 8:32. A verdade liberta de crendices, dúvidas, superstições e medos. A crendice popular pode se generalizar ou ser esquecida com o tempo, mas o andar com o Senhor da verdade, Jesus Cristo, é algo extraordinário que se aprende dia a dia e leva à eternidade. *Rogério Machado é jornalista e pastor da Igreja Batista Boas Novas -  prrogeriomachado@yahoo.com.br

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