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E o Mar Vermelho se abriu

*Rogério Machado No domingo passado comemorou-se a Páscoa. Essa comemoração foi feita pelos cristãos, mas os judeus também comemoram a Páscoa. Ambos ao comemorarem, cada um a sua maneira e a seu tempo, falam de libertação e nova vida. A Páscoa judaica foi iniciada por ordem direta de Deus e está relacionada com a “décima praga”, que libertou os judeus da escravidão no Egito, como lemos em Êxodo capítulo 12. Após a saída do Egito o povo teve que atravessar o Mar Vermelho e, como conta o relato bíblico, o mar se abriu para o povo passar. Essa passagem pelo mar que se abriu até hoje é motivo de dúvidas por parte de muitos. Mas, não faz muito tempo, li uma matéria com a seguinte chamada: Cientistas provam cientificamente a abertura do Mar Vermelho do modo como foi descrito na Bíblia. O texto dizia que “a história bíblica da divisão do Mar Vermelho, registrada no livro do Êxodo, pode ter acontecido de verdade. Ou, pelo menos, poderia ter acontecido sem quebrar nenhuma lei da Física. ” Isso porque “pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos Estados Unidos e da Universidade do Colorado mostraram como o movimento do vento descrito na Bíblia pode ter, de fato, afastado as águas e permitido a passagem de Moisés e o restante de seu povo. Simulações feitas em computador mostraram que ventos fortes vindos do Leste soprando durante toda a madrugada, poderiam ter “partido” as águas em uma região onde um afluente antigo do rio Nilo teria se fundido com uma lagoa costeira no Mar Mediterrâneo. Os ventos fortes teriam empurrado a água fazendo surgir uma passagem permitindo que as pessoas atravessassem o local com segurança”. “As simulações combinam com o que aconteceu na história do Êxodo”, disse Carl Drews, chefe da pesquisa. “O vento empurra a água de acordo com as leis da Física, criando uma passagem segura com água dos dois lados, e então permite a volta da água abruptamente”. “O estudo mostra que a divisão de águas possui embasamento nas leis da Física”. O curioso é que esta notícia está em conformidade com o que atestou Werner Keller em seu livro “E a Bíblia tinha razão” (Edições Melhoramentos – 1959, pág. 112): “A verdade é que foram encontrados alguns vestígios de passagens. A fuga do Egito pelo Mar dos Juncos é, pois, perfeitamente verossímil”. Ou seja, entra ano sai ano, passa-se uma, duas ou mais décadas, faz-se pesquisas e mais pesquisas e ao final chega-se a mesma conclusão: “Toda a Escritura divinamente inspirada é também útil para ensinar, repreender, corrigir e instruir na justiça” “conhecendo primeiro isto, que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação, porque a profecia jamais foi dada pela vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falavam, movidos pelo Espírito Santo” – 2ª Epístola de Paulo a Timóteo 3:16 e 2ª Epístola de Pedro 1:20, 21. Portanto, a Bíblia é a Palavra de Deus, sendo verdadeira e atual, própria para orientar até nos dias de hoje, uma vez que continua atual. E mais, não há como contradizê-la. Rogério Machado é jornalista, conselheiro  e educador cristão; pastor da Igreja Batista Boas Novas - Cd Planejada II - prrogeriomachado@yahoo.com.br 

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