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As consequências da falta de gestão à segurança dos trabalhadores e ao meio ambiente

O incêndio na Refi naria de Manguinhos, ocorrido essa semana no Rio de Janeiro, nos mostrou novamente, a necessidade de gestão, tanto em meio como em seguran- ça dos operadores e das operações de carregamento e descarregamento de combustíveis.

Felizmente, não houveram vítimas, mas, quem mais sofreu diante dessa falta de gestão foi a população, que teve que sair às pressas de suas casas, devido a essa falta de gestão que, ainda, infelizmente no nosso país, não é uma cultura.

Fatos como esse, trazem de volta a reflexão do até quando? Até quando consideraremos o gerenciamento ambiental e gestão da segurança dos trabalhadores um custo alto que pode ser deixado para depois? 

Até quando, vamos pagar mais para remediar do que para planejar? 

De acordo como os dados do Ministério do Trabalho, o Brasil ocupa o 4° lugar no ranking mundial dos acidentes de trabalho. A cada 48 segundos ocorre um acidente de trabalho e, a cada 3h38, um trabalhador perde a vida em função da falta de uma cultura de prevenção à saúde, segurança e meio ambiente.

No caso da Refi naria de Manguinhos, além do acidente de trabalho, também houve o dano ambiental e, consequentemente, fi nanceiro.

A fumaça preta que se formou na região em função do incêndio, aumentou ainda mais a contaminação atmosférica da área, fazendo com que a população local, fosse removida de suas casas, por tempo indeterminado.

Fatos como esse, serve para refl etirmos: até quando, a gestão na segurança das pessoas e ao meio ambiente serão entendidas como despesa e não como investimento. Até quando, não entenderemos que, gestão na segurança e ao meio ambiente, agregam valor ao produto e a marca?

Fica a refl exão!

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