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Setor de Serviços foi quem mais contratou trabalhadores em abril


Publicado em 28/05/2019 11:49


O Setor de Serviços foi o principal empregador formal (com carteira assinada) em Bragança no mês de abril, respondendo por 62% das contratações efetuadas. No mês passado o saldo ficou positivo em 203 pontos de trabalho, avanço significativo em relação a março, quando foram registradas 168 demissões. Se comparado com igual período em 2018, o volume é 23% maior, pois à época tinham sido criadas 165 vagas.

Os dados foram divulgados na sexta-feira, 24, pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério da Economia.

O setor de Serviços abriu 127 oportunidades no mês passado, seguido da Construção Civil com 48 vagas, Indústria de Transformação (23) Comércio com 20 postos de trabalho e Agropecuária, com 3. Oscilou negativamente a Extrativa Mineral que fechou 1 vaga.

No acumulado do quadrimestre, os segmentos da Construção Civil e Comércio foram os únicos a contratar mais que demitir: foram 52 vagas abertas na Construção Civil e 13 no Comércio. A Indústria de Transformação dispensou 318 trabalhos, Serviços outros 28, a Agropecuária 20 e a Extrativa Mineral 11. Se computados os últimos doze meses, Serviços (+325), Construção Civil (+173), Indústria (+150) e Comércio (+77) foram os dois setores que mais geraram emprego. Agropecuária (-63) e Extrativa Mineral (-1) responderam pelo fechamento de vagas.

O saldo neste ano é positivo em 203 vagas e se computados os últimos doze meses 607. De janeiro a abril foram 1.535 admissões e 1.332 demissões.

Região - Em abril, as outras duas maiores cidades da região tiveram comportamento distinto na geração de emprego com carteira assinada. Atibaia fechou abril mais 298 trabalhadores contratados, enquanto Amparo fechou 27 postos.

Computados os quatro primeiros meses deste ano, ambos têm estoque positivo de vagas, Atibaia com 657 e Amparo com 118.

Economistas avaliam que o resultado não deixa de ser boa notícia, mas destaca que a Indústria e a Construção Civil passam por dificuldades. “O resultado não aponta tendência de criação de empregos exponenciais daqui para frente. Significa que o ano de 2019 vai continuar com desemprego de dois dígitos”, afirmam, ao completar que esta, provavelmente, seja a saída mais lenta da recessão da história.

 

 

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