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Bragança tem R$ 16 milhões em obras paradas ou atrasadas


Publicado em 05/04/2019 16:43


 

O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo apontou em relatório divulgado na quarta-feira, 27 de março, que existem mais de 1.650 obras paralisadas ou atrasadas em todo Estado. O montante do valor investido ultrapassa R$ 49 bilhões.

Entre os meses de fevereiro e março deste ano, foram consultados 4.474 órgãos jurisdicionados - nos municípios e Estado - que informaram que, no quadro atual, foram computadas 1.677 obras paralisadas ou atrasadas, totalizando um investimento de R$ 49.644.569.322,13.

O relatório de 1.684 páginas aponta que Bragança Paulista tem 13 obras listadas:  1- Construção da escola padrão FDE no Jardim São Miguel, pela empresa contratada Cem Dez Construções, no valor de R$ 3.623.917,95, verba oriunda da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE); 

2- Construção de escola padrão FNDE pró-infância tipo B, no Jardim São Miguel, pela empresa contratada Panteon Engenharia Comércio e Construções Ltda, no valor de R$ 2.038.885,39, verba oriunda do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); 

3- Recapeamento asfáltico em diversas ruas, pela empresa Jofege Pavimentação e Construção Ltda, no valor de R$ 3.314.661,97, verba oriunda Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos - DADETUR;

4- Construção de creche no Núcleo Habitacional Padre Aldo Bolini, pela empresa contratada MBG Engenharia e Construção e Comércio LTDA EPP, pelo valor de R$ 1.498.202,14, oriundo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); 

5- Implantação de Infraestrutura Urbana em vias do Jardim Lago do Moinho - Fase 02, pela empresa contratada Rocca Construções e Empreendimentos, pelo valor de R$ 1.383.718,83, oriundo do Ministério das Cidades;

6- Contratação de empresa para prestação de serviços técnicos especializados para recuperação, restauração e revitalização da antiga ferrovia do bairro Guaripocaba, pela empresa contratada MAF Construtora Eireli, pelo valor de R$ 898.929,39, oriundo Dadetur; 

7- Contratação de empresa especializada para execução de obras de infraestrutura urbana, compreendendo a execução de pavimento asfáltico entendido como construção de guias e sarjetas, calçadas e frenagem de águas pluviais em diversos trechos deste município, pela empresa contratada FBF Construções e Serviços EIRELI EPP, pelo valor de R$ 802.851,23, oriundo do Ministério das Cidades;

8- Implantação de Infraestrutura Urbana em vias do Jardim Lago do Moinho - Fase 03, pela empresa contratada Rocca Construções e Empreendimentos, pelo valor de R$685.409,94, oriundo do Ministério da Cidades;

8- Construção de quadra coberta com vestiário na E.M. Padre Donato Vaglio, pela empresa contratada Cem Dez Construções, no valor de R$ 674.287,14, oriundo do FNDE - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

9- Urbanização da Praça 9 de Julho, pela empresa BF Construções e Serviços EIRELI EPP, no valor de R$ 599.679,09, oriundo do Dadetur;

10- Construção do Centro de Referência e Assistência Social - CRAS Parque dos Estados, pela empresa Hebrom Construtora 7 LTDA ME, pelo valor de R$ 371.068,53, oriundo do Ministério de Desenvolvimento Social;

11- Revitalização da Praça Raul Leme e José Bonifácio, pela empresa Construtora Lattieri Cordaro Ltda, pelo valor de R$ 232.912,33, oriundo do Ministério do Turismo;

12- Execução de Centro de Convivência Praça da Fraternidade - Jd. São Lourenço, pela empresa VSM Engenharia Ltda - EPP, no valor de R$ 207.548,08, oriundo da Secretaria da Casa Civil / URM - Unidade de Relacionamento em Municípios;

As obras de construção da creche do Jardim Vista Alegre, que já está em atividade desde o início do ano letivo, também conta no relatório do TCE, que foi elaborado antes da inauguração. A obra teve recursos do FNDE de R$ 1.491.440,27, prevista para ser entregue no contrato inicial em novembro de 2017.

Após a elaboração do diagnóstico, o propósito é uma interlocução com representantes dos órgãos envolvidos - Tribunais de Justiça, Tribunais Regionais Federais, Ministério Público e Procuradorias dos Estados e Prefeituras. A finalidade é buscar a solução das pendências e remover os entraves que determinaram a suspensão dos empreendimentos.

 

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